A Petrobras e os parceiros do Consórcio de Libra vão investir cerca de US$ 450 milhões ou R$ 2,2 bilhões, conforme o conversor de moedas do Banco Central, no que a petroleira classificou de “mais extenso” projeto de monitoramento sísmico mundial.
De acordo com a companhia, essa tecnologia permite, em termos simples, a realização de um ultrassom do subsolo marinho e, com isso, pode identificar as estruturas geológicas e movimentações de fluidos como óleo, gás e água.
Notícias relacionadas:Petrobras faz nova descoberta no pré-sal da Bacia de Campos.Petrobras devolverá diferença de preço de leilão de gás.Petrobras destitui diretor de área que vendeu gás com 100% de ágio.Segundo a empresa, o sistema será responsável pelo monitoramento das atividades de produção de petróleo e gás nos FPSOs Guanabara (Mero 1) e Sepetiba (Mero 2). Os FPSOs são unidades flutuantes de produção, armazenamento e transferência, da sigla em inglês. Os primeiros dados serão coletados no segundo trimestre de 2026.
“O projeto inédito em águas profundas, trará dados que permitirão uma compreensão aprofundada do comportamento do reservatório e sua dinâmica ao longo do tempo. Isso permitirá um melhor gerenciamento, garantindo a máxima recuperação de petróleo dos reservatórios”, informou a Petrobras em nota.










